Sobre o debate

Pesquisadores da USP, liderados pela geneticista Mayana Zatz, estudaram mais de 100 centenários brasileiros — incluindo 20 supercentenários com mais de 110 anos — em busca de respostas sobre o que realmente prolonga a vida humana. Entre os participantes estão sobreviventes da Covid-19 infectados antes mesmo da existência de vacinas, um grupo que revelou pistas surpreendentes sobre resiliência imunológica e celular. A diversidade genética do Brasil, fruto da mistura de europeus, africanos e povos indígenas, coloca o país em posição única para esse tipo de pesquisa, já que a maior parte da literatura científica ainda se concentra em populações caucasianas. Será que a genética explica tudo, ou o estilo de vida também tem seu papel na longevidade extrema? E você conseguiria imaginar chegar aos 100 anos com a mesma lucidez e independência de hoje? Venha debater esse tema em inglês, no Talk of The Town!

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