BRENE BROWN ON VULNERABILITY

 BRENE BROWN ON VULNERABILITY“O que não se mede não existe”. Este debate se baseia no trabalho da pesquisadora norte-americana Brene Brown da University of Houston Graduate College of Social Work, que passou os últimos dez anos estudando e medindo conceitos intangíveis como vulnerabilidade, coragem, autenticidade, vergonha, empatia. Estimulados por videos e artigos, os talkies discutem as conclusões da pesquisadora e se defrontam com seus próprios sentimentos, suas limitações, vícios e preconceitos.

Os debates serão realizados em inglês para participantes de nível intermediário e avançado no Talk of the Town.

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OSCAR 2011

OSCAR 2011A vitória de O Discurso do Rei sobre A Rede Social na premiação do Oscar 2011 foi considerada pela crítica norte-americanos como uma espécie de retorno ao antigo em detrimento do novo. Este debate gira em torno da cobertura do Oscar 2011 no seu sentido mais amplo – entrevistas com celebridades, o red carpet, as piadas, os vestidos, os vencedores, as grandes revelações. Boa oportunidade para se discutir cinema: os temas dos filmes, a performance de atores e atrizes, a direção, fotografia, trilha sonora, efeitos especiais dos longas e curtas mais premiados do ano.

Os debates serão realizados em inglês para participantes de nível intermediário e avançado no Talk of the Town.

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THE MIDDLE EAST INTERNET REVOLUTION

THE MIDDLE EAST INTERNET REVOLUTIONTunisia e Egito deram a partida na onda revolucionária que se espalha pelo Oriente Médio e norte da África num impressionante efeito dominó: Bahrein, Yemen, Libia, Iran, Marrocos, Arabia Saudita… Este debate tem como base matérias jornalísitcas sobre o fenômeno, assim como uma comovente entrevista em vídeo com Wael Ghonim, o ativista egípcio e funcionário da Google que organizou no Facebook a onda de protestos, culminando com a derrocada do ditador Mubarak. Ótima oportunidade para discutir questões como democracia, abuso de poder, engajamento político da juventude e o papel da internet na organização de movimentos sociais.

Os debates serão realizados em inglês para participantes de nível intermediário e avançado no Talk of the Town.

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FLOODS IN RIO

FLOODS IN RIOPartindo de notícias na mídia internacional e de imagens impressionantes da catástrofe que atingiu a Região Serrana do Rio de Janeiro, este debate gira em torno de questões como a recorrência das inundações, o aquecimento global, a responsabilidade e a omissão de nossos governantes, os casos de corrupção, o uso indevido das verbas destinadas à prevenção e a solidariedade dos brasileiros. O que torna essa tragédia diferente de tantas outras que ocorrem anualmente? O que pode e deve ser feito para evitar futuras catástrofes?

Os debates serão realizados em inglês para participantes de nível intermediário e avançado no Talk of the Town.

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PEDOPHILIA AND THE CATHOLIC CHURCH

PEDOPHILIA AND THE CATHOLIC CHURCHA recente visita do papa Bento XVI a Malta e seu encontro com vítimas de abuso sexual por padres católicos serve como ponto de partida para este debate, que discute temas como pedofilia e impunidade, os sacerdotes e a repressão sexual, o poder da igreja, sua responsabilidade social e a viabilidade da preservação de seus dogmas, cada vez mais em contraste com a realidade do homem contemporâneo.

O debate prevê a leitura de matérias jornalísticas publicadas em vários países do mundo e a exposição de vídeos com o noticiário de TV internacional, incluindo o discurso do papa em sua visita a Malta.

As discussões vão além do fato jornalísticos, abordando temas como o aborto, a proibição do uso de camisinha, a distância entre o discurso da igreja e seus fiéis , o crescimento de igrejas evangélicas. Discutimos, também, a fé em seu sentido mais amplo, a necessidade do ser humano de se ater a uma religião, o materialismo exacerbado e a busca por respostas na filosofia e nas religiões orientais.

Finalmente, abordamos o crescimento da pedofilia através da internet, o abuso sexual dentro da própria família e o que pode e deve ser feito para proteger as novas gerações.

Este debate é realizado em inglês.

 

ISABEL ALLENDE

Isabel AllendePartindo de uma breve biografia e descrição do conjunto da obra da famosa autora sul americana, o debate envolve os participantes em questões como feminismo e feminilidade, justiça social, engajamento, magia, lealdade e paixão.

O encontro inclui a exibição de uma palestra em video onde Isabel Allende conta, em tom bem humorado, o que considera terem sido os 4 minutos mais felizes de sua vida – sua participação nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2006 em Turim, Itália, carregando a bandeira que representava o continente sul-americano.

Além de Allende, quatro outras mulheres foram escolhidas no mundo: Sofia Loren representando a Europa, Susan Sarandon pela América do Norte, a africana Wangari Maathai e a cambodjana Somaly Mam, que carregou a bandeira asiática. Isabel conta as histórias dessas duas últimas mulheres que, apesar de pouco conhecidas do público, tanto fizeram por seus países:

Wangari Maathai, ativista política e ambientalista que ajudou a plantar 30 milhões de árvores no Kenya e a mudar, em cinco anos, o ecossitema de seu país. Por este feito, ela foi a primeira mulher a receber o Prêmio Nobel da Paz, em 2004;

e Somaly Mam, escritora e advogada dos direitos humanos que concentra seus esforços nas vitmas de abuso contra mulheres e crianças e tráfico sexual.

Segundo Allende, o que une todas essas mulheres é a paixão, que também está presente no slogan dos Jogos Olímpicos – Passion Lives Here. Num depoimento que mescla humor e espírito de luta, Allende nos convida a pensar sobre as novas faces do feminismo e a debater sobre o futuro da humanidade.

Todas essas questões são discutidas em inglês.

EMBRACE LIFE

Embrace LifeComo material de estímulo para este debate, são exibidas campanhas publicitárias recentes produzidas e veiculadas em países como Australia, Inglaterra e Estados Unidos, tratando da questão da responsabilidade no trânsito.

Desta forma, traçamos um paralelo entre a severidade da lei, o poder da mídia e as estatísticas de acidentes em países mais desenvolvidos e no Brasil: a lei seca está funcionado? O que faz as pessoas mudarem seus hábitos? É correto exigir dos motoristas tolerância zero? Quais devem ser as penalidades para quem é pego dirigindo alcoolizado? E para quem provoca um acidente? O teste do bafômetro deveria ser obrigatório? O que os jovens estão fazendo para driblar a lei?

O debate analisa ainfluência da publicidade no comportamento social e faz uma associação com no case da indústria do tabaco, que viu gradualmente seu poder de fogo na mídia ser reduzido. Hoje, não apenas o consumo de cigarros diminuiu, mas a percepção de glamour antes associada ao ato de fumar está em extinção. Será que um conjunto de medidas semelhantes deveria ser proposto no caso das bebidas alcoólicas? Quais os intresses envolvidos?

Finalmente, discutimos o papel dos pais na educação do filhos, o exemplo, a responsabilidade ao introduzir os jovens à bebida, os limites, a liberdade.

Todas essas questões são debatidas em inglês.

THE COLONEL’S LADY BY WILLIAM SOMERSET MAUGHAM

Este debate literário se realiza em dois encontros consecutivos e tem como base a short story THE COLONEL’S LADY, de W. Somerset Maugham. O autor conta, com muito bom humor e ironia, a história de George Peregrine e sua mulher Evie, um típico casal britânico de meia-idade que vive numa bela propriedade no interior da Inglarerra, início do século XX.

Casados por muito anos, George e Evie têm uma relação cordial, mas sem amor,baseada apenas nas aparências. George, um homem vaidoso, menospreza sua mulher e a considera pouco atraente, (apesar de admitir que ela é uma excelente dona de casa), mantendo um caso extra-conjugal com Daphne, que encontra toda vez que vai a Londres.

Um belo dia, Mr. Peregrine é surpreendido por uma novidade: Evie escreveu e publicou um livro de poemas sem o seu conhecimento. Pouco adepto à poesia, George finge que lê o livro, mas não dá muito importância. Aos poucos, percebe que todos estão comentando pelas suas costas e vê sua esposa se transformar numa celebridade do mundo literário. Quando finalmente decide ler o livro, George se depara com tórridas revelações sobre o passado de sua mulher.

A história é narrada em terceira pessoa, mas em sua maioria, o ponto de vista é restrito a George, o que aumenta o efeito surpresa, tornando a leitura mais saborosa. Além do ponto de vista, a análise literária inclui enredo, tema, personagens e sua caracterização, atmosfera e ambientação.

Questões como as relações conjugais, a infidelidade, a vaidade, a hipocrisia, a necessidade de manter as aparências e a valorização da mulher são temas centrais destes encontros.

CRASH – NO LIMITE

Crash - No LimiteGanhador de três Oscars em 2006 – melhor filme, melhor roteiro original e melhor edição – este filme de Paul Haggis, estrelando Brendan Fraser, Matt Dillon e Sandra Bullock, nos convida a pensar sobre os conflitos gerados pela convivência de povos, raças, culturas e religiões completamente diferentes num mesmo espaço – a Los Angeles pós 11 de setembro. O debate, realizado em dois encontros consecutivos, prevê a exibição do filme, análise dos personagens, do enredo, tema e contextualização histórica, traçando, também, um paralelo entre o preconceito na sociedade norte-americana e na brasileira.

Crash apresenta uma série de possíveis interpretações. A constatação pura e simples de que o preconceito está entranhado em todos os grupos que compõem a sociedade americana é apenas o ponto de partida para uma discussão mais abrangente, que inclui a relativização dos conceitos de “bom” e “mau”, tão estereotipada pelos filmes de Hollywood. Crash mostra como o medo e o não conhecimento do outro nos leva a agir defensivamente. Até que ponto esta atitude é justificável pela necessidade de auto-preservação, e até que ponto ela realimenta o próprio preconceito, a violência e o medo?

Por que tememos o que nos parece diferente de nós? Será que o que parece diferente realmente é? Ou será que, na essência, somos todos iguais?

Crash também discute questões como o limite tênue e frágil entre a normalidade e o caos nos grandes centros urbanos, a dignidade humana, a capacidade de superação, a redenção. Será que a proximidade geográfica, a inevitabilidade da convivência no mundo globalizado do século XXI, a longo prazo, tende a tornar a humanidade mais tolerante? Ou será justamente o contrário?